Ángela Morgan

Belíssima ilustração do meu cabeçalho é da ilustradora - Ángela Morgan

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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Símbologia da Flor de Lótus

Dia 8 de maio "Dia da Paz"
Flor de Lótus
Essa flor é o símbolo do sagrado, do que é puro e da expansão espiritual. Ela nasce no fundo do pântano e desabrocha bela e cheia de luz. Conta-se que quando Buda, ainda pequeno deu seus primeiros sete passos, brotaram sete flores de lótus (Padma). No Egito diziam que o Deus Sol nasceu de uma Flor de Lótus.

Essa Lenda é Indiana e demonstra o como bela é a simbologia desta Flor.
A lenda da flor de Lótus
Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra. - Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva - disse o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza. É verdade - disse o ar. - É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade. - Não te queixes - disse a água -, pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para outro, à tua vontade; o irmão fogo, entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo. - Em todo o caso, sou eu quem deveria me queixar - disse a terra - pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço. - Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos - tornou a dizer o fogo - com discussões supérfluas.
 É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontrarmos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união. Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. Ah! como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, perdendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico. Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram: - E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela?

 - A ideia pareceu digna de experiência. Eu porei as melhores forças de minhas entranhas - disse a terra - e alimentarei suas raízes. - Eu porei as melhores linfas de meus seios - disse a água - e farei crescer sua haste. - Eu porei minhas melhores brisas - disse o ar - e tonificarei a planta. - Eu porei todo o meu calor - disse o fogo - para dar às suas corolas as mais formosas cores. Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana. Consultaram-se os astros, e foi fixada a data de 8 de maio - quando a Terra está sob a influência da Constelação de Taurus, símbolo do Poder Criador - para a comemoração que desde épocas remotas se tem perpetuado através das idades. Foi espalhada esta comemoração por todos os países do Ocidente, e, em 1948, o dia 8 de Maio se tomou também o "Dia da Paz".
Fonte:
Amara Mourige

domingo, 1 de abril de 2012

Lenda Japonesa


Lenda Japonesa
Coelhinho da Páscoa

"Há muitos e muitos anos, uma Deusa que morava na Terra, sem medir as conseqüências, desobedeceu as leis, e como punição, foi transformada em um coelhinho, e a enviaram para a Lua... Lá havia um palácio onde morava outra deusa, que adotou o coelho como mascote. E o pequenino coelhinho era muito útil já que possuía poderes mágicos, que usava para alertar os moradores do palácio sobre invasões e outras coisas. Todas as noites o coelho, com um olhar triste, olha para a Terra na esperança de receber perdão para retornar o seu lar... Muitas pessoas dizem que nas noites de Lua Cheia, as crianças vêem o rosto do coelhinho sorrindo na Lua..."
Naoko Takeuchi
(No Japão há muitas outras versões, que nelas contam coisas muito diferentes)
Fonte:http://br.geocities.com/juklose/lenda.htm

Amara Mourige