Tatiana Belinky
Ela é considerada uma das mais importantes autoras do segmento no país,e uma das mais conhecidas escritoras do universo infanto-juvenil brasileiro.
“Quando eu era pequena, queria ser bruxa. Porque bruxa tem poder. Não bruxa feia. Queria ser bruxa bonita. Como a madrasta da Branca de Neve, que era linda. Mas, depois que eu conheci a Emília, eu disse “não, agora quero ser a Emília”. Muito melhor. Ela também tinha poderes: o poder do senso do humor, o da contestação”. – Tatiana Belinky
Tatiana Belinky, Nascida ( São Petersburgo,18 de março de 1919) faleceu ( São Paulo, 15 de junho 2013) era uma das mais importantes escritoras infanto-juvenil contemporâneas. Embora russa, estava radicada no Brasil. Foi responsável pela primeira adaptação do Sítio do Picapau Amarelo para a TV.Em São Paulo, quando adolescente, faz curso e trabalha durante um ano como secretária-bilingüe e em 1939 ingressa no curso de Filosofia da Faculdade São Bento. Não termina o curso, pois em 1940 casa-se com o médico psiquiatra e educador Júlio de Gouveia, com quem tem dois filhos. No final da década de 1940, com os filhos um pouco crescidos, passa a trabalhar em parceria com o marido em uma série de criações e adaptações de histórias infantis para teatro e começam a trabalhar encenando-as com apoio da Prefeitura de São Paulo. Este trabalho segue até 1951 e um ano depois encenam uma de suas peças de maior sucesso, Os três ursos, na pioneira TV Tupi. O sucesso repete-se em escala maior e são chamados para ter um programa fixo na emissora. Para dar conta do recado, Tatiana e Júlio fundam o Teatro-Escola de São Paulo (TESP). Começa então uma história de sucesso que vai até 1966 com quatro teleteatros semanais, incluindo aí uma adaptação pioneira da série O Sítio do Pica-Pau Amarelo, de Monteiro Lobato, que chegou a conhecer pessoalmente.
Texto adaptado:
"Sou antiga, mas não sou velha, porque dentro de mim continua vivinha a criança que fui e isto me permite estar em sintonia com crianças e jovens, com quem procuro repartir minhas curtições de ontem e de hoje. Meu prêmio maior é saber que meus livros irão para as mãos das crianças, e se elas sorrirem, ou se emocionarem ou ficarem pensativas, eu ficarei feliz”. –
(Tatiana Belinky)
“Os pais me perguntam: “Eu mando meu filho ler, mas ele não lê! O que eu faço?”. Comece por não mandar. Livro não é castigo, não é tarefa, não é chateação. Tem de ser curtição, prazer”. –
(Tatiana Belinky)
(Tatiana Belinky)
“Os pais me perguntam: “Eu mando meu filho ler, mas ele não lê! O que eu faço?”. Comece por não mandar. Livro não é castigo, não é tarefa, não é chateação. Tem de ser curtição, prazer”. –
(Tatiana Belinky)













