segunda-feira, 14 de maio de 2012

Tudo depende só de mim.

Ontem caiu uma chuva gostosa! Domingo das mães com chuva,perfeito para  ficar em casa!!
Foi muito bom ficar em casa sem fazer nada,só curtindo a família... lar doce lar...
Hoje é segunda tenho muita coisa para organizar!
Chuva  voltou a cair! Tirei essas fotos da janela.
A chuva começou de mansinho e foi ficando forte!

"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o   desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim."
(Charles Chaplin)
Amara Mourige

sábado, 12 de maio de 2012

É Noite, Mãe


É Noite, Mãe
As folhas já começam a cobrir
o bosque, mãe, do teu outono puro...
São tantas as palavras deste amor
que presas os meus lábios retiveram
pra colocar na tua face, mãe!...

Continuamente o bosque se define
em lividez de pântanos agora,
e aviva sempre mais as desprendidas
folhas que tornam minha dor maior.
No chão do sangue que me deste, humilde
e triste, as beijo. Um dia pra contigo
terei sido cruel: a minha boca,
em cada latejar do vento pelos ramos,
procura, seca, o teu perdão imenso...

É noite, mãe: aguardo, olhos fechados,
que uma qualquer manhã me ressuscite!...

António Salvado, in "Difícil Passagem"


Amara Mourige    

domingo, 6 de maio de 2012

Ó meu Niterói! É, minha cidade progrediu...ou...


Essa crônica de Artur da Távola retrata bem sobre o que eu penso da cidade que eu escolhi para viver.
Fico assustada com o grande crescimento imobiliário.Dezenas de casinhas  sendo derrubadas e, começam a subir grandes prédios... É, minha cidade progrediu!
mac - museu de arte contemporânea. 
Pedra do Indio  imagem
foto Google: Praia de Icarai
 O que assusta na gente na relação com a cidade , onde vive e a qual ama, é a certeza que nela colocou as suas esperanças, os seus planos de vida e de repente ela é outra, transformada, totalmente fora da possibilidade de realizar nossos projetos. Todo o meu esforço pessoal interior, no sentido de civilizar-me tornou-se inútil porque a cidade não me traz respostas à altura. O centro de meu dilacerante conflito é a constatação de que no tipo de crescimento adotado, não há mais chance de realização de um tipo de vida para o qual me preparei e no qual poderia realizar o que de melhor possui a minha dimensão de pessoa e de cidadão. Caminho pelas ruas da minha cidade pensando e pensando se ela ainda possui locais que possam responder a um tipo de vida que justifique nela viver. E é o trágico constatar que já não o tem. Ela perdeu aquela espécie de elasticidade que permitia ao habitante acomodar-se e, mal ou bem, gozar as vantagens do viver urbano. Não que se procure um paraíso, uma cidade sem problemas ou naturais dificuldades, desconfortos, imperfeições, etc. Mas uma cidade que, ao lado disso, dê ao morador a possibilidade de espaço, alguma paz, alegrias, ou tipos de lazer e convivência para os quais ele se ou nos quais se formou. Aí vem a constatação de que a cidade erigiu o impermanente como regra e tudo o que justifica uma existência de trabalho com a finalidade de alcançar certas metas, mesmo as mais modestas metas de vida, já não mais encontra resposta. Ela ficou alheia a nós – e aqui o terrível – a gente já se considera sem tempo e condições de criar raízes em outro lugar. Na cidade “moderna” emergente, burra, psicologicamente enferma e socialmente injusta, não há mais vestígio nem do passado recente. Trator nele! E sem passado, é tão impossível viver como sem futuro, porque, quando tal ocorre, fica no meio um presente sem sentido, vivido irremediável, na qual nada mais pode melhorar e onde todos ficam se perguntando qual a causa de estar assim… Ó meu Niterói!
 Artur da Távola
Amara Mourige

domingo, 29 de abril de 2012

Pane Mental


PANE MENTAL (Neimar de Barros)

Foi só olhar pro quarto
E vê-lo desarrumado;
Travesseiro jogado,
Colcha prá um lado,
Cobertor prô outro...
Foi só olhar pro quarto
E vê-lo sem você:

Sem seu chinelo,
Sem seu penhoar
Sem aquele quê...

Meu olhos ficaram nublados!
Gozado, só assim a gente dá valor.
Dá valor quando o eco já vai longe,
Quando a água vai secando,
Quando o sorriso murcha,
Quando a asa já não bate,
Quando o largo torna-se estreito,
Quando o costumeiro torna-se raro.
Agora me dá uma pane mental.
Eu fico fula de raiva,
Pq eu a tive todo dia e nunca falei:
"- Puxa! Como você é bacana!
Como você arruma bem as mínimas coisas!
Você é três quartos da minha laranja!
Você é os três cantos do meu quarto!
Você é a órbita da minha nave!
Você é ...quase eu..."
Agora eu preciso me reestruturar,
Preciso pedir perdão na sua ausência física.
E o pior é que eu não vou ter, na minha frente,
Seus olhos chorando e seus lábios dizendo:
"Deixa pra lá...!"

Você foi pra mim um lugar onde lhe darão valor,
Você voltou ao Pai...
Provou que fez tudo por todos,
Por mim,
E mesmo sufocada fui coerente
E conseguiu essa conversão,
Conversão tardia aos olhos dos outros,
Mas, terrivelmente, a tempo.
E você foi sempre tão sem vaidade,
Que nem ficou para certificar...

Agora, estou aqui no quarto,
E lendo seu livro de cabeceira,
Tão amarelo e tão gasto,
Penso que ele também tem 2000 anos...
Lendo seu livro de cabeceira,
Vejo como e porque você suportou tudo,
Vejop onde encontrou forçar para ir até o fim,
- Você enxugou a lágrimas nas parábolas!...

Agora, não estou mais com pane mental,
Coordeno o antes e o depois,
Arrumo meu quarto,
E, numa oração calada e firme,
Recebo energia para o dia de amanhã.
...sei que vou em frente,
E com muita fé,lavo meu corpo e varro minh'alma.
Seguindo a cruz da verdade,
Sinto que posso ganhar o passaporte para a vida eterna
Porque descubro uma personagem entre mim e você: DEUS!
 

Amara Mourige    

domingo, 22 de abril de 2012

Planeta Terra

Foto google
No misterio do sem-fim equilibra-se um planeta. E no planeta um jardim e no jardim um canteiro no canteiro uma violeta e sobre ela o dia inteiro entre o planeta e o sem-fim a asa de uma borboleta.
Amara Mourige    

sábado, 14 de abril de 2012

Estou apaixonada, pelos meus presentes de Páscoa!!

Desculpe! Mas eu tinha que mostrar para vocês!!!
Ganhei das minhas filhotas! Ameiiiii
Não são lindos ? Olha o coelho que graça!

Amara Mourige

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Foi um beijo...

Dia Mundial do Beijo
Especialistas dizem que beijar traz benefícios à saúde física e psicológica. 
A fotografia intitulada “O Beijo” foi tirada na Times Square no dia 14 de agosto de 1945 por Alfred Eisenstaedt. Nesse dia, os americanos saíram às ruas para comemorar o fim da Segunda Guerra Mundial.

  Foi um beijo... 
foi um beijo onde não importava a boca
só tuas mãos quentes me apertando pelas costas
nada estava acontecendo na minha frente
e a ansiedade que havia não era pouca
teus dedos perguntavam pra minha blusa
se meu corpo acolheria um delinqüente
descoladas as línguas um instante
minha resposta saiu um tanto rouca
Martha Medeiros

Amara Mourige

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Aprendi...que ainda não inventaram nada melhor do que colo de mãe desde que o mundo é mundo.

Aprendi
....que amores eternos podem acabar em uma noite, que grandes amigos podem se tornar grandes inimigos, que o amor sozinho não tem a força que imaginei, que ouvir os outros é o melhor remédio e o pior veneno, que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal, gastamos uma vida inteira para conhecer a nós mesmos, que os poucos amigos que te apóiam na queda, são muito mais fortes do que os muitos que te empurram, que o "nunca mais" nunca se cumpre, que o "para sempre" sempre acaba, que minha família com suas mil diferenças, está sempre aqui quando eu preciso, que ainda não inventaram nada melhor do que colo de mãe desde que o mundo é mundo, que vou sempre me surpreender, seja com os outros ou comigo, que vou cair e levantar milhões de vezes, e ainda não vou ter aprendido tudo.

William Shakespeare
.Amara Mourige   

domingo, 1 de abril de 2012

Lenda Japonesa


Lenda Japonesa
Coelhinho da Páscoa

"Há muitos e muitos anos, uma Deusa que morava na Terra, sem medir as conseqüências, desobedeceu as leis, e como punição, foi transformada em um coelhinho, e a enviaram para a Lua... Lá havia um palácio onde morava outra deusa, que adotou o coelho como mascote. E o pequenino coelhinho era muito útil já que possuía poderes mágicos, que usava para alertar os moradores do palácio sobre invasões e outras coisas. Todas as noites o coelho, com um olhar triste, olha para a Terra na esperança de receber perdão para retornar o seu lar... Muitas pessoas dizem que nas noites de Lua Cheia, as crianças vêem o rosto do coelhinho sorrindo na Lua..."
Naoko Takeuchi
(No Japão há muitas outras versões, que nelas contam coisas muito diferentes)
Fonte:http://br.geocities.com/juklose/lenda.htm

Amara Mourige    


Dia da Mentira

O Dia da Mentira, também conhecido como Dia dos Bobos, é celebrado no dia 1º de abril e é uma data onde as pessoas contam mentiras e pregam peças em seus conhecidos por pura diversão.

No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, lançado em 1º de abril de 1828, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.


Que nariz grande!


Mentira tem perna curta? É o que dizem por aí… O povo também fala que ela nunca vai sozinha, pois se não for remendada com outra, logo arrebenta. E quem não se lembra de Pinóquio, o boneco de madeira que, quando mentia, via seu nariz crescer?

Ele é um boneco de madeira construído pelo carpinteiro Gepeto. Ganha vida e tem uma vontade enorme de virar menino de carne e osso. Mas acaba se metendo em várias confusões e, toda vez que mente, seu nariz cresce.

Pinóquio tem dois amigos que o orientam para fazer as coisas certas: a Fada do Carvalho e o Grilo Falante. Mas nem sempre ele escuta os amigos e acaba aprendendo na marra o que é certo fazer.

As aventuras de Pinóquio foi escrito pelo italiano Carlo Collodi e publicada em 1883. Em 1940 virou desenho animado pela mãos de Walt Disney. É legal ler e assistir!

Veja agora algumas mentirinhas super comuns: você já caiu nessas?

Obrigado pelo presente, era exatamente o que eu estava precisando!
Somos apenas bons amigos.
Estou sem troco, leve uma balinha.
Eu estava passando por aqui e resolvi subir.
Puxa, como você emagreceu!
Essa roupa é a sua cara!
Não vou contar pra ninguém!
Eu não pude evitar

 
Amara Mourige