Ángela Morgan

Belíssima ilustração do meu cabeçalho é da ilustradora - Ángela Morgan

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Adoniran Barbosa

Assistindo hoje o programa do Serginho Groisman  - Altas Horas ,tive boas lembranças do meu pai . O programa  foi uma homenagem a  Adoniran Barbosa , que completaria 100 anso de vida dia 6 de Agosto.  
Meu pai era  um grande admirador de Adoniran Barbosa,
vivia cantando suas musicas ,  a predileta   ( Trem das Onze ) mas gostava de todas!


 Adoniran  muito criativo  confeccionava  brinquedos de sucata como trens, bicicletas...
 Foto tirada do blog - almanaquebrasil.com.br
Foto tirada do  Blog - almacarioca,net
Foto tirada da Blog -artilhariacultural.com



Rubinato era filho de Ferdinando e Emma Rubinato, imigrantes italianos da localidade de Cavárzere, província de Veneza. Aos dez anos de idade, sua certidão de nascimento foi adulterada para que o ano de nascimento constasse como 1910 possibilitando que ele trabalhasse de forma legalizada: à época a idade mínima para poder trabalhar era de doze anos.
Abandona a escola cedo, pois não gosta de estudar. Necessita trabalhar, para ajudar a família numerosa - Adoniran tem sete irmãos. Procurando resolver seus problemas financeiros, os Rubinato vivem mudando de cidade. Moram primeiro em Valinhos, depois Jundiaí, Santo André e finalmente São Paulo.
Em Jundiaí, conhece seu primeiro ofício: entregador de marmitas. Aos quatorze anos, ainda criança, o encontramos rodando pelas ruas da cidade e, legitimamente, surrupiando alguns bolinhos pelo caminho. "A matemática da vida lhe dá o que a escola deixou de ensinar: uma lógica irrefutável. Se havia fome e, na marmita, oito bolinhos, dois lhe saciariam a fome e seis a dos clientes; se quatro, um a três; se dois, um a um".
O compositor e cantor tem um longo aprendizado, num arco que vai do marmiteiro às frustrações causadas pela rejeição de seu talento. Quer ser artista – escolhe a carreira de ator. Procura de várias maneiras fazer seu sonho acontecer. Tenta, antes do advento do rádio, o palco, mas é sempre rejeitado. Sem padrinhos e sem instrução adequada, o ingresso, nos teatros, como ator, lhe é para sempre abortado. O samba, no início da carreira, tem para ele caráter acidental. Escolado pela vida, sabia que o estrelato e o bom sucesso econômico só seriam alcançados na veiculação de seu nome na caixa de ressonância popular que era o rádio.
O magistral período das rádios, também no Brasil, criou diversas modas, mexeu com os costumes, inventou a participação popular – no mais das vezes, dirigida e didática. Têm elas um poder e extensão pouco comuns para um país rural como o nosso. Inventam a cidade, popularizam o emprego industrial e acendem os desejos de migração interna e de fama. Enfim, no país dos bacharéis, médicos e párocos de aldeia, a ascensão social busca outros caminhos e pode-se já sonhar com a meteórica carreira de sucesso que as rádios produzem. Três caminhos podem ser trilhados: o de ator, o de cantor ou o de locutor.
Adoniran, aprendiz das ruas, percebe as possibilidades que se abrem a seu talento. Quer ser ator, popularizar seu nome e ganhar algum dinheiro, mas a rejeição anterior o leva a outros caminhos. Sua inclinação natural no mundo da música é a composição mas, nesse momento, o compositor é um mero instrumento de trabalho para os cantores, que compram a parceria e, com ela, fazem nome e dinheiro. Daí sua escolha recair não sobre a composição, mas sobre a interpretação.
Entrega-se ao mundo da música. Busca conquistar seu espaço como cantor – tem boa voz, poderia tentar os diversos programas de calouro. Já com o nome de Adoniran Barbosa – tomado emprestado a um companheiro de boêmia e de Luiz Barbosa, cantor de sambas, que admira – João Rubinato estreia cantando um samba brejeiro de Ismael Silva e Nilton Bastos, o Se você jurar. É gongado, mas insiste e volta novamente ao mesmo programa; agora cantando o belo samba de Noel Rosa, Filosofia, que lhe abre as portas das rádios e ao mesmo tempo serve como mote para suas composições futuras.
A vida profissional de Adoniran Barbosa se desenvolve a partir das interpretações de outros compositores. Embora a composição não o atraia muito, a primeira a ser gravada é Dona Boa, na voz de Raul Torres. Depois grava em disco Agora pode chorar, que não faz sucesso algum. Aos poucos se entrega ao papel de ator radiofônico; a criação de diversos tipos populares e a interpretação que deles faz, em programas escritos por Osvaldo Moles, fazem do sambista um homem de relativo sucesso. Embora impagáveis, esses programas não conseguem segurar por muito tempo ainda o compositor que teima em aparecer em Adoniran. Entretanto, é a partir desses programas que o grande sambista encontra a medida exata de seu talento, em que a soma das experiências vividas e da observação acurada dá ao país um dos seus maiores e mais sensíveis intérpretes.
O mergulho que o sambista fará na linguagem, suas construções linguísticas, pontuadas pela escolha exata do ritmo da fala paulistana, irão na contramão da própria história do samba. Os sambistas sempre procuraram dignificar sua arte com um tom sublime, o emprego da segunda pessoa, o tom elevado das letras, que sublimavam a origem miserável da maioria, e funcionavam como a busca da inserção social. Tudo era uma necessidade urgente, pois as oportunidades de ascensão social eram nenhumas e o conceito da malandragem vigia de modo coercitivo. Assim, movidos pelos mesmos desejos que tinha Adoniran de se tornar intérprete e não compositor, e a partir daí conhecido, os compositores de samba, entre uma parceria vendida aqui e outra ali, davam o testemunho da importância que a linguagem assumia como veículo social.
Mas a escolha de Adoniran é outra, seu mergulho também outro. Aproveitando-se da linguagem popular paulistana – de resto do próprio país – as músicas dele são o retrato exato desta linguagem e, como a linguagem determina o próprio discurso, os tipos humanos que surgem deste discurso representam um dos painéis mais importantes da cidadania brasileira. Os despejados das favelas, os engraxates, a mulher submissa que se revolta e abandona a casa, o homem solitário, social e existencialmente solitário, estão intactos nas criações de Adoniran, no humor com que descreve as cenas do cotidiano. A tragédia da exclusão social dos sambistas se revela como a tragicômica cena de um país que subtrai de seus cidadãos a dignidade.
O seu primeiro sucesso como compositor vira canção obrigatória das rodas de samba, das casas de show: Trem das Onze. É bem possível que todo brasileiro conheça, senão a música inteira, ao menos o estribilho, que se torna intemporal. Adoniran alcança, então, o almejado sucesso que, entretanto, dura pouco e não lhe rende mais que uns minguados trocados de direitos autorais. A música, que já havia sido gravada pelo autor em 1951 e não fizera sucesso ainda, é regravada novamente pelos “Demônios da Garoa”, conjunto musical de São Paulo (esta cidade é conhecida como a terra da garoa, da neblina, daí o nome do grupo). Embora o conjunto seja paulista, a música acontece primeiramente no Rio de Janeiro. E aí sim, o sucesso é retumbante.
Como acontecera com os programas escritos por Osvaldo Moles, que deram a Adoniran a medida exata da estética a ser seguida, o samba inspira Osvaldo a criar um quadro para a rádio, que se chamava História das Malocas, com um personagem, que faz sucesso, o Charutinho. De novo ator, Adoniran, tendo provado o sucesso como compositor, não mais se afasta da composição.
Arguto observador das atividades humanas, sabe também que o público não se contenta apenas com o drama das pessoas desvalidas e solitárias; é necessário que se dê a este público uma dose de humor, mesmo que amargo. Compõe para esse público um dos seus sambas mais notáveis, um dos primeiros em que trabalhou a nova estética do samba.
Entre a tentativa de carreira nas rádios paulistas e o primeiro sucesso, Adoniran trabalha duro, casa-se duas vezes e frequenta, como boêmio, a noite. Nas idas e vindas de sua carreira tem de vencer várias dificuldades. O trabalho nas rádios brasileiras é pouco reconhecido e financeiramente instável, muitos passaram anos nos seus corredores e tiveram um fim de vida melancólico e miserável. O veículo que encanta multidões, que faz de várias pessoas ídolos é também cruel como a vida; passado o sucesso que, para muitos, é apenas nominal, o ostracismo e a ausência de amparo legal levam cantores, compositores e atores a uma situação de impensável penúria.
Adoniran sabe disto, mas mesmo assim seu desejo cala mais fundo. O primeiro casamento não dura um ano; o segundo, a vida toda: Matilde. De grande importância na vida do sambista, Matilde sabe com quem convive e não só prestigia sua carreira como o incentiva a ser quem é e como é, boêmio, incerto e em constante dificuldade. Trabalha também fora e ajuda o sambista nos momentos difíceis, que são constantes. Adoniran vive para o rádio, para a boêmia e para Matilde.
Numa de suas noitadas, de fogo, perde a chave de casa e não há outro jeito senão acordar Matilde, que se aborrece. O dia seguinte foi repleto de discussão. Mas Adoniran é compositor e dando por encerrado o episódio, compõe o samba Joga a chave.
Dono de um repertório variado de histórias, o sambista não perdia a vez de uma boa blague. Certa vez, quando trabalhava na rádio Record, onde ficou por mais de trinta anos, resolveu, após muito tempo ali, pedir um aumento. O responsável pela gravadora disse-lhe que iria estudar o aumento e que Adoniran voltasse em uma semana para saber dos resultados do estudo... quando voltou, obteve a resposta de que seu caso estava sendo estudado. As interpelações e respostas, sempre as mesmas, duraram algumas semanas... Adoniran começava se irritar e, na última entrevista, saiu-se com esta: “Tá certo, o senhor continue estudando e quando chegar a época da sua formatura me avise..”
Nos últimos anos de vida, com o enfisema avançando, e a impossibilidade de sair de casa pela noite, o sambista dedica-se a recriar alguns dos espaços mágicos que percorreu na vida. Grava algumas músicas ainda, mas com dificuldade – a respiração e o cansaço não lhe permitem muita coisa mais – dá depoimentos importantes, reavaliando sua trajetória artística. Compõe pouco.
Mas inventa para si uma pequena arte, com pedaços velhos de lata, de madeira, movidos a eletricidade. São rodas-gigante, trens de ferro, carrosséis. Vários e pequenos objetos da ourivesaria popular – enfeites, cigarreiras, bibelôs... Fiel até o fim à sua escolha, às observações que colhe do cotidiano, cria um mundo mágico. Quando recebe alguma visita em casa, que se admira com os objetos criados pelo sambista, ouve dele que “alguns chamavam aquilo de higiene mental, mas que não passava de higiene de débil mental...” Como se vê, cultiva o humor como marca registrada. Marca aliás, que aliada à observação da linguagem e dos fatos trágicos do cotidiano, faz dele um sambista tradicional e inovador.
Adoniran Barbosa morre em 1982, aos 72 anos de idade.







Amara Mourige
                                               

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O EX BBB FERNANDO FERNANDES È CAMPEÂO MUNDIAL DE PARACANOAGEM

     Depois de um acidente de carro em julho de 2009, Fernando Fernandes sofreu uma grave lesão na coluna que paralisou seus movimentos da cintura para baixo. Ex-participante do Big Brother Brasil, o modelo decidiu se dedicar ao esporte. Nesta sexta-feira, o esforço foi recompensado. O brasileiro foi campeão mundial de paracanoagem na prova K1 A 200m, com o tempo de 56s151
    Ex-BBB Fernando Fernandes conquista o ouro na Paracanoagem, na Polônia (Foto: Divulgação / CBCa)O segundo colocado foi o espanhol Antônio de Diego, que terminou a disputa em 1m06s215. Já o terceiro lugar ficou para o bretão Jono Brome (1m07s179).
    Além de Fernando, o Brasil também conquistou mais uma medalha de ouro em Poznan, na Polônia, com Marta Santos Ferreira. A baiana chegou em primeiro na prova K1 TA 200m, ao finalizar em 1m02s942, seguida pela canadense Christine Sellinger (1m04s534) e pela francesa Severine Amiot (1m06s090).
    Marta também conquistou a prata no K1 LTA 200m, ao fechar a disputa com a marca de 1m04s334. A prova foi vencida pela canadense Christine Gautier (53s190) e a italiana Giovanna Chiriu ficou na terceira colocação (1m04s346).
    - Estou muito orgulhoso, e temos certeza que nossos atletas estão remando com muita garra e dedicação para mostrar as cores do nosso Brasil ao mundo todo - disse o técnico Pedro Sena.
    Os atletas da Paracanoagem viajaram para a Europa com recursos individuais de seus próprios apoiadores.

Fonte: Globo.com

Amara Mourige

domingo, 15 de agosto de 2010

Para uma Pessoa Especial

Este post é para uma pessoa muito especial minha irmã!
Uma mulher sensível ,meiga ,doce, mãe dedicada e amorosa ...
Grande admiradora das artes. 


 Vou postar fotos de artista famosos tiradas de alguns blogs.


Seu pintor favorito
Cloude Monet , pintor impressionista que entusiasmado em pintar ao ar livre recriou
os efeitos da luz na natureza.
Este encanto que sentia pela luz e a ousadia em representa-la tão intensamente,
fizeram de MONET o grande mestre do impressionismo.


 La Promenode ( 1875 )
 
 La Laseuse (1872)


                              
                                        "Dans la Prairie

                               Pinturas de  ( Sally Swatland )
                                                         
                                                           Pablo Picasso ( Maternity )
                                                     Laura Coombshlls


               
                                                Alfred - Stevens                                            
                                               Mary - Cassatt - The- Young  - Mother
                                                                                             
        Amara Mourige                                                                                            

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Deficiências


Deficiências – Mário Quintana

“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

“Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui.

“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

“Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

“Diabético” é quem não consegue ser doce.

“Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois
“Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus



Amara Mourige


domingo, 8 de agosto de 2010

Criança na Praia

Imagens do mar há muito cativam a nossa imaginação e tem sido uma  popular fonte de inspiração para os artistas.
  
Imagens de SALLY SWATLAND , crianças brincando nas praias são tingidas com um sentimento de nostalgia que nos faz lembrar de uma época passada, quando um dia na praia oferecidos pausa do corre-corre da vida diária. Suas imagens sensíveis evocar as reminiscências de um período em que a vida era simples e felicidade foi encontrada no mais simples das atividades. Este é apenas um dos aspectos do trabalho de Sally que as audiências são atraídos para - no sentido de que através de suas fotos pode-se recuar no passado. Her-cheia paleta de luz cores ricas também expressa a riqueza de um jardim de flores, a brisa de um dia de verão. Seu trabalho se tornou muito procurada por essas qualidades que são inerentes ao seu trabalho

Me encanto com a beleza ,delicadeza de imagens tão lindas .



Sally nasceu em 20 de setembro de 1946 em Washington, DC Ela cresceu em uma família que apreciava as artes, a avó foi uma violinista, sua tia era um artista talentosa, e sua mãe tocava piano e cantava em corais diversos. Ela começou a pintar quando estava apenas com cinco anos de idade. Sally tinha duas irmãs que também foram incentivados a estudar desenho, pintura, e qualquer coisa que se desenvolve-se a expressão criativa. Ela sempre soube que queria se tornar uma artista. Sua família encorajou seus talentos naturais, comprando seus tintas e cavaletes.


Assim surgiu está maravilhosa artista.
                                                              

Amara Mourige
                                             

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Passeio no Museu

                                     MAC
Museu de Arte Conteporânea de Niterói
é uma das mais belas obras de OSCAR NIEMEYER.
Nós de Niterói nos sentimos privilegiados por está belíssima obra,
grande criação.
 Passeio no museu 
  Um belo dia de muito sol 
Programa favorito de Pedro ,
 lá foi  mamãe e a titia , levar Pedrinho para brincar
com os quebra cabeças gigantes de pinturas e fotos .
Sem contar com a belo visual da Baía de Guanabara.
        Adimirando a bela vista

O Bistrô MAC, localizado no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, uma das mais belas criações de Oscar Niemeyer, une boa gastronomia, arte e um visual privilegiado da Baía de Guanabara. A qualidade no atendimento e o cardápio variado, que mistura sabores brasileiros e a culinária contemporânea internacional fazem do espaço gastronômico a melhor alternativa para todas as ocasiões.
 
Em poucas palavras o arquiteto Oscar Niemeyer (1907) resume o seu projeto para o Museu de Arte Contemporânea de Niterói - MAC-Niterói: "O terreno era estreito, cercado pelo mar e a solução aconteceu naturalmente, tendo como ponto de partida o apoio central inevitável. Dele, a arquitetura ocorreu espontânea como uma flor. A vista para o mar era belíssima e cabia aproveitá-la. E suspendi o edifício e sob ele o panorama se estendeu mais rico ainda. Defini então o perfil do museu. Uma linha que nasce do chão e sem interrupção cresce e se desdobra, sensual, até a cobertura. A forma do prédio, que sempre imaginei circular, se fixou e, no seu interior me detive apaixonado. À volta do museu criei uma galeria aberta para o mar, repetindo-a no segundo pavimento, como um mezanino debruçado sobre o grande salão de exposições".
                                                               

Amara Mourige


domingo, 1 de agosto de 2010

(D) eficiente

                                   Semana da Educação Especial
Olá amigas ,esta semana comemora-se  a Semana da Educação Especial
 Vamos compreender e ajudar essas crianças, elas só querem , ser aceitas na sociedade.
 

                      
As pessoas precisam entender que as crianças DITAS especiais não sofrem de uma doença, entretanto não tem cura e não é contagiosa. O que elas querem é ser aceitas." Você poderia copiar esta mensagem em seu Mural e deixá-la por pelo menos uma hora?. Essa é a Semana de Educação Especial, em homenagem a todas as crianças que precisam de nós
 
Amara Mourige